sábado, 31 de maio de 2014

Fulecos, agora não tem volta. Aceitem que dói menos!

Ola gente! Nem sei precisar de memória o tempão que não escrevo no blog. Assunto, não falta, tempo sempre se arranja, mas acho que deve ser a "síndrome do blogueiro desestimulado". Pois é, novo um sinônimo para preguiça mental. Poderia escrever hoje, sobre ene assuntos que me povoam o cérebro e que acho bastante provocativos, mas vou escrever sobre o evento tão esperado por uns e tão temido ou rejeitado por muitos. A Copa do Mundo! Sim esse mega evento que reune milhões de espectadores e torcedores do mundo inteiro. Mas que ao contrário do que muitos imaginavam, se tornou um assunto polêmico para nós brasileiros e adoradores do futebol. Que não é o meu caso em nenhuma das afirmações acima. E não entrarei no mérito da questão tão confusamente abordada nas redes sociais: "Ao invés de investir esse dinheiro na educação e na saúde ... blá, blá, blá..." e já retificando que verbas são distintas para cada setor, que elas existem e a do esporte ou cultura era essa. Se as demais verbas para os demais setores não foram e não serão usadas para aquele fim, aí são realmente outros quinhentos. Mas destinação de verbas a parte, pelo que me lembro, muitas pessoas eram a favor da realização da copa aqui no Brasil, torceram por isso e as que eram contras ou neutras, eu nunca as vi protestar nem se manifestar. Quando a coisa em si se concretizou e se tornou irreversível, vieram avalanches de passeatas e de protestos agressivos com depredações do patrimônio público e também a interferência no direto de ir e vir dos cidadãos que querem assistir e participar. Agora cidadãos brasileiros, não há nada que se faça para que a situação seja revertida e não será. Então o mínimo que temos a fazer é aceitar, que doerá menos. Façam seus protestos nas urnas, revindiquem no momento certo, protestem na hora precisa. Sejamos sensatos e patriotas. Vamos mostrar a quem vem, um Brasil que sabe acolher, que sabe torcer pelo seu país dar certo em todos os âmbitos.E não a imagem pior do que já temos lá fora. "Afinal roupa suja, se lava em casa." Que não nos deixemos ser massa de manobra de mal intencionados de de canais de tv que induzem e manipulam as pessoas a fazerem o que eles querem, mostrando ora uma coisa ora outra. Agora, isso é um fato consumado e tudo que fizermos contra, repercutirá de forma negativa na imagem do país, que já é muito denegrida todos os dias por acontecimento de todas as ordens. Reflitamos bem sobre nossos atos e que da próxima vez, usemos nossos protestos para o momento certo e oportuno. Imagens do Google.

terça-feira, 1 de abril de 2014

Em busca da tal da felicidade.

Um texto lindo, que achei enquanto zapeava a net e que serve muito para nós que muitas das vezes temos pressa, queremos pular etapas com a ânsia de sermos felizes. Onde a maioria das vezes não percebemos que felicidade são momentos e não tempo indeterminado. Leiam e usem-no para vocês, ele é muito elucidador. "Por muito tempo, eu pensei que a minha vida fosse se tornar uma vida de verdade. Mas sempre havia um obstáculo no caminho, algo a ser ultrapassado antes de começar a viver, um trabalho não terminado, uma conta a ser paga. aí sim, a vida de verdade começaria. Por fim, cheguei à conclusão de que esses obstáculos eram a minha vida de verdade. Essa perspectiva tem me ajudado a ver que não existe um caminho para a felicidade. A felicidade é o caminho! Assim, aproveite todos os momentos que você tem. E aproveite-os mais se você tem alguém especial para compartilhar, especial o suficiente para passar seu tempo; e lembre-se que o tempo não espera ninguém. Portanto, pare de esperar até que você termine a faculdade; até que você volte para a faculdade; até que você perca 5 kg; até que você ganhe 5 kg; até que seus filhos tenham saído de casa; até que você se case; até que você se divorcie; até sexta à noite até segunda de manhã; até que você tenha comprado um carro ou uma casa nova; até que seu carro ou sua casa tenham sido pagos; até o próximo verão, outono, inverno; até que você esteja aposentado; até que a sua música toque; até que você tenha terminado seu drink; até que você esteja sóbrio de novo; até que você morra; e decida que não há hora melhor para ser feliz do que agora mesmo... Lembre-se: felicidade é uma viagem, não um destino" (Desconheço autoria) Imagens tiradas do Google.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

E essa "nordestinidade"?!

(Imagens RS Tempo) Gente, mas o que é esse calor que assola o Brasil de norte a sul? Sendo que aqui, no sul, está fora dos padrões. Pois afinal de contas, nós gaúchos não estamos acostumados a essa "nordestinidade"toda. Gaúcho é bicho do frio, que resiste as baixas temperaturas, que tá acostumado com geada branqueando o pampa, com a água da poça criando uma camada de gelo fino. Que gosta de sentar ao sol comendo uma berga pra se aquecer. Que faz um quentão ou uma chocolatada pra se esquentar nos dias frios de um inverno, que não era tão rigoroso. Que toma sopão de legumes ou um bom mocotó. Agora de quente mesmo, só o chimarrão e mesmo assim, morno! Porque esse além de vício, é tradição. Esse verão tem sido realmente de renguear cusco, ao inverso. Com temperaturas de 40° com sensação térmica (exagerando um pouquinho) aos quase 100°, ponto de fervura. Não ha quem não tenha seu split, seu ar condicionado ou ventilador ligado vinte e quatro horas por dia. Aqui na cidade, comprar um aparelho desses, só mediante encomenda e com uma espera de mais de trinta dias, porque as fábricas não estão vencendo a procura. No nosso vizinho, Uruguay, onde se compra os mesmos aparelhos pela metade do preço, também estão sem estoque. Agora estamos a moda sertanejo, olhando para o céu, para ver se vem chuva. E quando vem, todos fotografam as nuvens e postam no instagran, Até mesmo os amantíssimos do verão, estão "arrepiados", eu acho bem feito! Gostam, então sofram calados (risos). Não sei se essa temperatura está atípica ou se será assim de agora em diante. Com verões escaldantes e invernos nevados como foi esse ano em muitas cidades aqui do nosso RG do Sul. Mas minha esperança é que esse ano, esteja por aqui passando um lo Ninho ou la Ninha,porque se for esse panorama no futuro, a coisa vai ficar séria demais para nós todos. Então me despeço de todos desejando que venha uma chuvarada tocada a vento pampeiro para refrescar nossos dias.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Pote das boas recordações.

Ola pessoal!!! Muito legal a ideia que vi lá no blog "Diário de uma mãe polvo". Fazer o pote das memórias. Onde colocaremos em papeizinhos todos os momentos alegres que tivermos durante os meses do ano de 2014, e só no finalzinho de dezembro, iremos abrir o pote e lê-los, assim relembrando os momentos pequenos, mas que fizeram toda a diferença num determinado momento de nossas vidas. Adorei a ideia e estou pensando seriamente em copia-la. Pois tudo que é bom e saudável temos que usar de exemplo em nossas vidas. Então já fica a dica pra quem quiser compartilhar a ideia! E "bora" lá começar a escrever, porque com certeza os momentos bons já começaram a fluir em nossas vidas, desde que o ano raiou.

sábado, 11 de janeiro de 2014

O barato, saí caro!

Feliz 2014 para todos os amigos blogueiros e os não blogueiros, também! Meu ano começou maravilhosamente bem, até eu entortar meu óculos para perto, que já estava fraco e por não conseguir marcar meu oftalmologista. Porque mesmo tendo três convênios de "renome", nenhum dos médicos credenciados teriam disponibilidade de horário para agora. Eis então, que tenho a brilhante ideia de ir a uma ótica e usar o serviço de um OPTOMETRISTA oferecido por eles, para que pudesse ter a graduação e mandar fazer o óculos. Me sentindo muito pouco a vontade para usar esse tipo de profissional, que nem sei se realmente é reconhecido no Brasil, mas que também não é proibido, pois existem as pencas por aí, acomodei me em frente ao aparelho, que não sei nome, onde ele verificaria meu grau. Nisso ele me faz a seguinte pergunta: " Tu tens pressão alta ou diabetes?" Eu respondi que sim, pressão alta, mas controlada e não severa. Ele me rebate com a seguinte observação: "Então eu te aconselho a procurar um oftalmologista porque tua pressão ocular está alta." Lógico, que nessa hora, eu fiquei hiper preocupada, porque em todas as minhas consultas com meu oftalmo, ele nunca havia mencionado esse detalhe. Sai de lá, sem ele dar minha graduação, mas sim o nome de dois oftalmos para que eu me consultasse. Fui para casa tentar marcar um horário, claro, particular com um oftalmo de minha confiança. Ainda bem! Consegui para a manhã seguinte com uma excelente médica, que lógico fez todos os exames possíveis e imagináveis e me tirou qualquer dúvida que esse profissional irresponsável pudesse ter plantado em minha cabeça. Porque com certeza, com aquele exame que ele me fez, pois mostrei a ela, o aparelho que ele havia usado e ela disse que não tinha como ele detectar isso. Conclusão minha: Raiva master de minha pessoa, que apesar de ser super esclarecida, entrei nessa fria, que talvez muitas pessoas tenham entrado. De irresponsáveis plantarem dúvidas em cabeças alheias e com segundas intensões. Além do prejuízo de ter pago uma consulta medica de valor bem alto, minha imaginação alcançou vários estágios do que poderia acontecer com meus preciosos olhinhos. Mas juro a todos vocês, que foram os duzentos e setenta reais mais bem empregados que paguei em minha vida. Pelo menos me tirou um peso enorme dos ombros ou seria dos olhos?! Mais pobre, mas porém feliz e com uma lição aprendida. " O barato, sempre sai caro". Imagens do Google.

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Então fuiiiiiiiiiii.

Feliz Natal atrasado, a todos os assíduos leitores do blog e para os que só dão uma paradinha básica, também! Hehehe... Um dia após o feriado de Natal, já estamos nos preparando para o feriadão de Ano Novo, e a temperatura só está subindo, hoje 36°. Uns recebendo parentes, outros indo visitá-los, mas todos tem com certeza, um direcionamento para passar seu revellion. E nós por aqui, não é diferente. Estou arrumando nossas bagagens, que não são poucas, para passar o revellion com toda a parentada (do marido) numa praia bem ao sul do RGS, que já foi mais paradisíaca, hoje já não o é tanto. Mas com certeza, te oferece uma certa segurança e descanso que a maioria de nós, almejaria para passar no mínimo, uma semana. Nós somos felizardos por podermos realizarmos esse desejo. Então, "simbora lá com mala, cuia e até o cachorro". Fica para todos, o desejo de saúde, paz e muitos sonhos para serem realizados nesse 2014 que está batendo as nossas portas. Que possamos sempre sonhar e correr atrás de nossos sonhos, que nunca nenhum mau momento de nossas vidas nos tire o desejo de querer superar nossas limitações e que todo dia do ano seja sempre um novo ano, porque a cada dia novo, Deus nos oferece a chance de sermos melhores e de recomeçarmos, deixando de lado nossas pequenas mesquinhezes. Então a todos nós, um 2014 muito especial, muito harmonioso e recheado de muito amor e solidariedade.

sábado, 7 de dezembro de 2013

Um texto para ler com emoção.

O texto abaixo eu compartilhei do blog Saídos da Concha, onde quem o traduz é Graça Almeida Borges. É um texto belíssimo, onde fala de natais que nós oriundos de um país tropical, com certeza nunca o vivemos, mas que eu particularmente, gostaria de vivê-lo ou quem sabe já o vivi em outras existências. Leiam e saboreiem cada narrativa da autora. Um Natal português por Graça Almeida Borges Um Natal português? O meu Natal é... Uma preparação cuidada e a várias mãos da árvore de Natal. As mais jeitosas ficam encarregues das luzes. A estrela nunca está verdadeiramente direita. O Natal são chocolates na árvore a aparecer e a desaparecer misteriosamente (continuamente – o meu Pai certifica-se de que há sempre chocolates na árvore), só um fiozinho dourado e um resto pequenino de papel prateado rasgado a denunciar os roubos sucessivos. É um presépio bonito, composto, elaborado, com socalcos feitos de caixas antigas do Marks & Spencer e da Loja das Meias forradas de papel de lustro verde (quando éramos miúdos íamos todos à Mata de Barão de São João buscar musgo para o presépio), com pastores e pastorinhas espalhados, algumas ovelhas (neste presépio não há cabrinhas...), o burro e a vaca, um poço, algumas casas, São José e a Virgem Maria no topo, os três Reis Magos a caminho e o Menino Jesus a chegar só mesmo à meia-noite do dia 25. São demasiados doces a chegar lá a casa – um tronco de chocolate que não se deixa tocar, uma tarte de amêndoa da viúva do Sr. Daniel, fatias douradas, sonhos, e outros tantos que, eu confesso, nunca chego a provar. O Natal é uma confusão de gente a entrar na casa da cidade, uma canja de galinha com arroz que começa a ser feita sempre em cima da hora, pão de forno na mesa e presunto acabado de cortar, bacalhau e couves, sem dúvida!, vozes, risos e gargalhadas altas, uma confusão em que ninguém se deixa ouvir. Os miúdos a correr de um lado para o outro. São duas mesas grandes, porque já há muito que não cabemos todos na mesma. O Natal são pequenos papelinhos com os nomes a indicar o nosso lugar. O Natal é esperar pelo Filipe e pelo Miguel que, cambaleantes na sua alegria, chegam sempre tarde do seu corridinho de Natal às casas e amigos de Lagos – chegam normalmente a falar uma língua inebriada que só os dois primos entendem. O Natal é azevinho. O Natal é comer à pressa para apanhar a Missa do Galo. O Natal é um peru delicioso, por vezes destronado por um Galo Capão, com um arroz de grelos único. A receita do arroz de grelos passou da minha Avó Mia para a minha Mãe. (Esse peru ou galo e esse arroz de grelos ficamos a comê-los nos dois ou três dias seguintes. Eu sou a única que não se queixa...) O Natal é uma discussão constante em torno dos pratos do serviço de Natal – quem fica com o comboio, quem fica com o cavalo, quem fica com o soldadinho ou os soldadinhos, com o trenó e, sobretudo, quem NÃO fica com a corneta! O Natal é uma mesa bem posta: toalha, pratos, copos e guardanapos a condizer. O Natal são várias cores, de preferência nos mesmos tons. O Natal é uma lareira sempre acesa, o cheiro de lenha a encher a sala e a fugir da chaminé. O Natal é frio na rua, calor em casa. O Natal é muito vinho! O Natal é uma tentativa contínua de um plano perfeito para viciar o sorteio dos presentes, cada vez mais controlado, cada vez mais difícil de viciar. (Depois de três anos ou mais a calhar a mim e às minhas irmãs trocar os presentes entre as três, começaram a desconfiar...) O Natal são passeios à cidade, a tentar equilibrar o passo na calçada escorregadia, a correr atrás do cheiro a castanhas assadas na rua. O Natal é uma troca constante de "Bom Natal", "Boas Festas", "Feliz Natal" quando passeamos pela rua. São postais de Natal em cima da lareira. São velas grandes e encarnadas acesas durante demasiado tempo, a derreter esquecidas sobre onde não queremos. O Natal é roupa quente, uma gola alta, um gorro, luvas de lã, um cachecol bem enrolado. São presentes também. Só um para cada pessoa. Escolhido a dedo e anunciado com muita imaginação. Com muito humor também. O Natal é lembrar quem não está e quem faz falta. Ou porque foi e já não volta ou porque simplesmente não pôde estar ali. O Natal é estar à mesa e deixar as muitas histórias e recordações prolongar o almoço e o jantar. O Natal em minha casa é a cumplicidade da boa-disposição. O Natal para mim é tudo isto... Mas é também muito mais. Imagens tiradas do Google.