quarta-feira, 4 de abril de 2012
Os animais tem alma, sim!
Hoje dia 04 de abril, foi instituida o dia dos animais de rua.
E podemos afirmar que são muitos, centenas se não milhares de animais descartados todos os dias por seus donos, por inumeros motivos, que nem podemos considerar motivo, para que seja feito esse abandono ou descarte.
Os animais são soltos nas ruas, procriam porque não são castrados, triplicam em número e com isso também aumentam as zoonoses, que são doenças tranmissiveis por animais que afetam nós humanos.
Além de todo esse aspecto relacionado a saúde da população tem também o fato de que um animal requer atenção, carinho, além claro de cuidados básicos de higiene, alimentação e medicamentos quando forem necessários.
As pessoas que fazem esse descarte, eu acredito não seja por maldade. Seja sim, por falta de condições materiais associado a IGNORANCIA.
Ou seja, ignoram o quanto estão prejudicando aos bichos ao próprio homem.
São pessoas, que ainda não lhes caiu a ficha, de que bicho, não é reciclavel, que não é descartável e que tem alma e sentimentos como nós humanos.
Ignoramos, não querendo generalizar, porque fomos todos frutos de uma cultura diversificada, onde muitas etnias com suas culturas diferentes proporcionaram que o desconhecimento e a ignorancia fosse se alastrando por anos a fio, passando de geração a geração e resultando na falta de respeito com o próprio ser vivo, que é o animal.
Essa é meu ponto de vista, porque já convivi com esse tipo de pensamento de que bichos, devem ser tratados como tal, sem maltar, mas sem respeitar, porque afinal seriam seres inferiores a nós.
Mas a gente tem que ver também o outro lado da moeda, ler, conversar com pessoas de mente aberta, e principalmente conviver com um animalzinho de estimação, para ver que pouco lhes falta para ser nós, para desta forma mudarmos nossa visão tacanha e passada por nossos ancestrais.
Comigo a ficha caiu, quando eu comcei a estudar espiritsmo e a ver o quanto os animais são importantes, não só aqui, como também no outro plano.
Foi lendo muito que soube que eles como nós também tem uma alma, que desencarnam e encarnam como nós, só que em tempo diferente.
Mas principalmente convivendo com minha cadelinha Belinha, que demonstra que tem imenso respeito por nós e que nos defende mediante os perigos, que fica triste quando estou triste e que me cuida quando estou doente.
Eu nunca pensei que um dia fosse pensar e me emocionar ao falar de um bichinho, não só de um cão, mas de todos.
Fico penalizada de pensar que matamo-os para nos alimentar e que apesar de eu saber o que realmente isso significa, não consigo deixar de comer carne.
Espero um dia, quem sabe numa outra existencia eu tenha não só consciência, como também atitude.
E termino, esse post, como eu comentei hoje num compartilhamento que fiz no face:
..."Eu não faço parte de nenhuma ong em prol de animais abandonados, mas sei o qto o trabalho dos voluntários é importante. A ignorancia das pessoas qto ao abandono também tem de ser trabalhada pelas ongs, só assim diminuirá a imensa população de animais "descartados" pela população."
E vamos ter ATITUDE, nem que seja dentro da nossa casa, não descartando nenhum animal de estimação, pois quem descarta bichos, também descarta gente.
http://www.google.com.br/imgres (imagens daqui)
Obs: Não sei q aconteceu c minha edição de postagens q não segue as normas de paragrafos, espaços e etc. Aos que leem por favor desconsiderem esse assassinato nos meus textos.
terça-feira, 3 de abril de 2012
Crianças!
Não é por acaso, que falamos que as crianças atuais já nascem "conectadas" na vida. Não se deixam enganar facilmente por histórias da carrochinha. "São antenados".
São muito independentes, contestadoras, estão sempre testando os adultos e sempre por dentro de todos acontecimentos, e geralmente com uma visão bem madura de tudo.
Isso é a evolução dos tempos, acho maravilhoso, mas não no sentido pleno dessa mudança.
As crianças atuais são participativas, maduras, empreendedoras e muito competitivas. Ou seja, estão preparadas para um mundo que não é nada amigável. Ponto positivo, da questão.
E toda essa transformação desde minha infância, ha trinta e tantos anos atrás até agora foi lenta, mas com a chegada da tecnologia que foi digamos que meteorítica, ou seja tudo muito junto e rápido, acelerando de uma forma impactante.
E hoje, eu vendo dois telejornais de países diferentes, ambos relacionados as festividades de páscoa, pude constatar que nossas crianças brasileiras,estão muito aquém das crianças portuguesas, no que tange ao acreditar nos mitos, ao cultuar tradições e crenças. Corrijam-me se tiver com uma impressão errada.
Não sei se por terem demasiado livre acesso a toda essa tecnologia ou se por questões culturais, mesmo. Mas nossas crianças perderam muito do "ser criança fantasiosa", do acreditar nos mitos.
Passava então uma matéria relacionada a presentes de páscoa, os quais sempre eu cultuei na minha infância e de minhas filhas, como sendo ovos de chocolate, a espectativa de esperar na manhã seguinte a visita do coelho deixando cestas recheadas de gulousemas e até com direito a pegadas do bichano.
Hoje nossas crianças, não acreditam mais no mito.
Até porque os pais já não as incentivam a isso, e se o fazem as crianças vão ao "são google" e sempre acham respostas, que muitas das vezes terminam com essa fantasia, criada por nós adultos, que é tão gostosa, mas que com toda essa evolução tecnologica e com crianças tão pensantes, não combina nada nada.
As crianças acabam pedindo de páscoa, claro que para os papais, ipods, iphones, tablets, celulares, brinquedos no geral.
Chocolates, pra que? Afinal coelho não põe ovos e chocolates são acessíveis a qualquer época do ano!
Que saudades da minha infância, nunca vou me cansar de dizer isso. Èramos estagnados mas tinhamos uma coisa muito importante para mover o adulto futuro, a fantasia e a pureza da infância, fomos felizes e não deixamos de sermos adultos empreendedores e competitivos, com um detalhe a mais, fomos e somos sonhadores.
E isso não tem preço.
Pela volta de uma infância mais lúdica e feliz. No que depender de mim, continuarei fazendo o possível para resgatá-la, sempre.
http://www.google.com.br/imgres?(imagens daqui)
quarta-feira, 14 de março de 2012
O segredo do sucesso por Roberto Shinyashiki
Não conheço ninguém que conseguiu realizar seu sonho, sem sacrificar feriados e domingos pelo menos uma centena de vezes.
Da mesma forma, se você quiser construir uma relação amiga com seus filhos, terá que se dedicar a isso, superar o cansaço, arrumar tempo para ficar com eles, deixar de lado o orgulho e o comodismo.
Se quiser um casamento gratificante, terá que investir tempo, energia e sentimentos nesse objetivo.
O sucesso é construído à noite! Durante o dia você faz o que todos fazem. Mas, para obter resultado diferente da maioria, você tem que ser especial. Se fizer igual a todo mundo, obterá os mesmos resultados.
Não compare à maioria, pois infelizmente ela não é modelo de sucesso.
Se você quiser atingir uma meta especial, terá que estudar no horário em que os outros estão tomando chope com batatas fritas. Terá de planejar, enquanto os outros permanecem à frente da televisão. Terá de trabalhar enquanto os outros tomam sol à beira da piscina.
A realização de um sonho depende de dedicação. Há muita gente que espera que o sonho se realize por mágica. Mas toda mágica é ilusão. A ilusão não tira ninguém de onde está.
Se quiser um casamento gratificante, terá que investir tempo, energia e sentimentos nesse objetivo.
O sucesso é construído à noite! Durante o dia você faz o que todos fazem. Mas, para obter resultado diferente da maioria, você tem que ser especial. Se fizer igual a todo mundo, obterá os mesmos resultados.
Não compare à maioria, pois infelizmente ela não é modelo de sucesso.
Se você quiser atingir uma meta especial, terá que estudar no horário em que os outros estão tomando chope com batatas fritas. Terá de planejar, enquanto os outros permanecem à frente da televisão. Terá de trabalhar enquanto os outros tomam sol à beira da piscina.
A realização de um sonho depende de dedicação. Há muita gente que espera que o sonho se realize por mágica. Mas toda mágica é ilusão. A ilusão não tira ninguém de onde está.
"Quem quer fazer alguma coisa, encontra um meio. Quem não quer fazer nada, encontra uma desculpa. "
Maravilhoso esse artigo escrito por Roberto Shinyashiki, nos fornece embasamento para que venhamos a refletir, que nada na vida vem gratuitamente, que devemos abdicar de algumas coisas em determinados momentos para que possamos mais tarde, colher os frutos plantados por nossos "sacrificios".
Que sonhar é o projeto inical, mas que apenas o ato de sonhar não vai concretizar esse sonho.
Pilares deverão ser erguidos.
E para ergue-los, deveremos ter de investir em força bruta e sutil.
Começando o ano, sonhos novos, pilares novos a serem erguidos.
Vamos lá, em busca de nossos ideais, eles são fundamentais para nós enquanto seres humanos e em constante evolução que somos.
http://www.google.com.br/imgres/ imagens daqui
segunda-feira, 5 de março de 2012
A morte não é nada / por Santo Agostinho
A morte não é nada.
Apenas passei ao outro mundo.
Eu sou eu. Tu és tu.
O que fomos um para o outro ainda o somos.
Dá-me o nome que sempre me deste.
Fala-me como sempre me falaste.
Não mudes o tom a um triste ou solene.
Continua rindo com aquilo que nos fazia rir juntos.
Reza, sorri, pensa em mim, reza comigo.
Que o meu nome se pronuncie em casa
como sempre se pronunciou.
Sem nenhuma ênfase, sem rosto de sombra.
A vida continua significando o que significou:
continua sendo o que era.
O cordão de união não se quebrou.
Porque eu estaria for a de teus pensamentos,
apenas porque estou fora de tua vista ?
Não estou longe,
Somente estou do outro lado do caminho.
Já verás, tudo está bem.
Redescobrirás o meu coração,
e nele redescobrirás a ternura mais pura.
Seca tuas lágrimas e se me amas,
não chores mais.
* * *
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Saga final da pousada
Já tinha até esquecido de vir contar o final da história da pousada, mas para felicidade minha e da proprietária, os donos não eram os mesmos, apenas o sobrenome coincidia, porque deve ser que nem Silva, por aqui. Deu tudo certíssimo!
No mais, foram ótimas as férias, os passeios foram incontáveis e divertidos.
Estamos em rítmo de Cassino agora até dia 26 de fevereiro, aproveitando as férias do marido, e só então o ano começa.
Bom feriado de carnaval a todos, e divirtam-se conscientemente para depois não virem os arrependimentos!
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Sobre filhos e infâncias.
Ano recomeçando, férias escolares terminando e a cidade fica com certeza mais alegre, mais movimentada.
E eu fui uma criança atipica.
Pois amava a escola, não gostava de férias muito extensas e curtia muito estudar para provas fazer trabalhos, era "fominha" por notas e presenças e tudo que estivesse relacionado ao mundo dos livros.
Passaram-se os anos e eu continuei assim.
Acho até que curtia mais que minha filha a compra de materiais escolares, pela diversidade de opções que não existiam na minha época de estudante e existem hoje.
Mas tinha um porém, quando eu era criança eu estudava por um período do dia e tinha um outro inteiro para brincar e fazer dever de casa.
Meus pais, não me colocavam em atividades extra classes, até porque estudei sempre em escola pública e essas não ofereciam essas diferenciações que facilitam muito a vida dos pais.
E também porque minha mãe, era apenas dona de casa, mãe, esposa, então tinha todo tempo do mundo para ficar de olho grande em tudo que acontecia a sua volta.
As crianças de minha época, década de setenta, eram crianças brincantes.
Criavam seus brinquedos e brincadeiras, brincavam nas calçadas, nos vizinhos, nas suas casa, e não em pátios ou plays, era tudo no improviso, era tudo muito saudável e gostoso.
Èramos extremamentes responsáveis com nossas obrigações de estudantes, porque era no final de ano que deveríamos mostrar o resultado final, que era "passar de ano".
E fazíamos isso muito bem, porque tinha o natal e o presente tão querido por nós, poderia não ser nos dado, se rodassemos.
Tinhamos as tardes inteiras para brincar e fazer temas e nos reuniamos com os amigos para fazermos as duas opções, mesmo que ambos estudássemos em escolas diferentes. Faziamos aquilo de boa vontade estimulados uns pelos outros.
As mães, não ficavam no nosso encalce, cobrando e exigindo a toda hora e colocando de castigo a todo instante.
Èramos advertidos e depois, sim, vinha a punição, o castigo.
Mas também nada que no outro dia uma boa brincadeira não apagasse a tarde perdida, de nossa lembrança.
Hoje, os pais trabalham, deixam os filhos nas escolinhas desde que nascem, moram em apartamentos ou cidades muito violentas, colocam as crianças em milhões de atividades extra classes, para que eles, pais, ganhem tempo para trabalhar e para que os filhos tenham uma "opção" de lazer e também para prepará-los para o futuro competitivo de hoje.
E acaba que a criança é bombardeada por tudo isso e termina por não ter aquele convivio com os amigos por horas a fio, não usa da criatividade para criar brincadeiras e brinquedos e passa cada vez mais a usar a televisão e o computador.
Quando os pais estão com os filhos ficam cobrando que eles tem de fazer temas, tem de fazer o exercicio de balé, o tema de inglês, melhorar a caligrafia, treinar mais o salto em altura e por aí vai, uma avalanche de cobranças que não sobra tempo para o brincar.
As crianças vão a psicólogos, a psicopedagogos, terapeutas e sofrem de depressão, angustia, insonia, tristeza e milhões de outros males, por conta de tantas cobranças e pela falta de tempo para ser o que são: CRIANÇAS.
E quando crescem, são adultos mal resolvidos, alguns desenvolvem sindrome do pânico, depressão, se tornam pessoas que não sabem interagir com outras, anti-sociais, tudo por conta da cobrança excessiva , falta de interação com crianças sem um monitoramento cem por cento em cima deles, e principalmente a falta do brincar, criar exercitar suas infãncias.
Essa é a minha opinião embasada em tudo que estudei na minha pós e também revendo a minha infãncia e de minha filha, que foram infâncias totalmente diferentes, mas felizes e sem cobranças excessivas.
Então deixo um recado aos pais de hoje, deixem seus filhos "serem seres brincantes", deixem que eles sejam criativos, livres de tantas atividades extra escolares, deixem que eles convivam com outras crianças.
Não fiquem cobrando gastos de tempo e dinheiro com educação e fazendo cobranças de resultados imediatos.
Em fim deixem eles fazerem o trabalho da criança que é BRINCAR.
O BRINCAR, prepara a criança para a vida. Para se tornar um adulto forte e bem resolvido.
http://www.google.com > imagens daqui.
E eu fui uma criança atipica.
Pois amava a escola, não gostava de férias muito extensas e curtia muito estudar para provas fazer trabalhos, era "fominha" por notas e presenças e tudo que estivesse relacionado ao mundo dos livros.
Passaram-se os anos e eu continuei assim.
Acho até que curtia mais que minha filha a compra de materiais escolares, pela diversidade de opções que não existiam na minha época de estudante e existem hoje.
Mas tinha um porém, quando eu era criança eu estudava por um período do dia e tinha um outro inteiro para brincar e fazer dever de casa.
Meus pais, não me colocavam em atividades extra classes, até porque estudei sempre em escola pública e essas não ofereciam essas diferenciações que facilitam muito a vida dos pais.
E também porque minha mãe, era apenas dona de casa, mãe, esposa, então tinha todo tempo do mundo para ficar de olho grande em tudo que acontecia a sua volta.
As crianças de minha época, década de setenta, eram crianças brincantes.
Criavam seus brinquedos e brincadeiras, brincavam nas calçadas, nos vizinhos, nas suas casa, e não em pátios ou plays, era tudo no improviso, era tudo muito saudável e gostoso.
Èramos extremamentes responsáveis com nossas obrigações de estudantes, porque era no final de ano que deveríamos mostrar o resultado final, que era "passar de ano".
E fazíamos isso muito bem, porque tinha o natal e o presente tão querido por nós, poderia não ser nos dado, se rodassemos.
Tinhamos as tardes inteiras para brincar e fazer temas e nos reuniamos com os amigos para fazermos as duas opções, mesmo que ambos estudássemos em escolas diferentes. Faziamos aquilo de boa vontade estimulados uns pelos outros.
As mães, não ficavam no nosso encalce, cobrando e exigindo a toda hora e colocando de castigo a todo instante.
Èramos advertidos e depois, sim, vinha a punição, o castigo.
Mas também nada que no outro dia uma boa brincadeira não apagasse a tarde perdida, de nossa lembrança.
Hoje, os pais trabalham, deixam os filhos nas escolinhas desde que nascem, moram em apartamentos ou cidades muito violentas, colocam as crianças em milhões de atividades extra classes, para que eles, pais, ganhem tempo para trabalhar e para que os filhos tenham uma "opção" de lazer e também para prepará-los para o futuro competitivo de hoje.
E acaba que a criança é bombardeada por tudo isso e termina por não ter aquele convivio com os amigos por horas a fio, não usa da criatividade para criar brincadeiras e brinquedos e passa cada vez mais a usar a televisão e o computador.
Quando os pais estão com os filhos ficam cobrando que eles tem de fazer temas, tem de fazer o exercicio de balé, o tema de inglês, melhorar a caligrafia, treinar mais o salto em altura e por aí vai, uma avalanche de cobranças que não sobra tempo para o brincar.
As crianças vão a psicólogos, a psicopedagogos, terapeutas e sofrem de depressão, angustia, insonia, tristeza e milhões de outros males, por conta de tantas cobranças e pela falta de tempo para ser o que são: CRIANÇAS.
E quando crescem, são adultos mal resolvidos, alguns desenvolvem sindrome do pânico, depressão, se tornam pessoas que não sabem interagir com outras, anti-sociais, tudo por conta da cobrança excessiva , falta de interação com crianças sem um monitoramento cem por cento em cima deles, e principalmente a falta do brincar, criar exercitar suas infãncias.
Essa é a minha opinião embasada em tudo que estudei na minha pós e também revendo a minha infãncia e de minha filha, que foram infâncias totalmente diferentes, mas felizes e sem cobranças excessivas.
Então deixo um recado aos pais de hoje, deixem seus filhos "serem seres brincantes", deixem que eles sejam criativos, livres de tantas atividades extra escolares, deixem que eles convivam com outras crianças.
Não fiquem cobrando gastos de tempo e dinheiro com educação e fazendo cobranças de resultados imediatos.
Em fim deixem eles fazerem o trabalho da criança que é BRINCAR.
O BRINCAR, prepara a criança para a vida. Para se tornar um adulto forte e bem resolvido.
http://www.google.com > imagens daqui.
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